A ARTEMÍSIA A ERVA DA CURA DA MALÁRIA
ARTEMISÍA E A CURA DA MALÁRIA
Pesquisadores investigam plantas tradicionais da Amazônia em busca de novos medicamentos contra a maláriaO QUE É A PESQUISAA malária humana, primeira causa de perdas econômicas no mundo, continua endêmica (endemias são doenças que existem constantemente em determinadas regiões) nos trópicos, inclusive no Brasil, onde seu controle depende do tratamento dos casos agudos e da proteção individual contra a picada dos insetos transmissores (os mosquitos anofelinos, chamados também vetores da doença). Não há vacinas disponíveis apesar de muitas estarem em fase de testes pré-clínicos e clínicos, a maioria na África.
Como parte da população dos países em desenvolvimento utiliza plantas medicinais no tratamento de malária e o desenvolvimento de novos medicamentos sintéticos demanda elevados custos, espera-se que a triagem de extratos e moléculas de plantas selecionadas constitua uma estratégia promissora e menos dispendiosa.
Estima-se em 250.000 o número de espécies vegetais usadas na medicina popular em todo o mundo. Menos de 10% delas tem sua atividade farmacológica e bioquímica estudada. Compostos ativos descobertos a partir de produtos naturais podem ser otimizados por meio da química. Foi o caso da artemisinina (ginghaosu), potente antimalárico obtido da planta Artemisia annua, de uso milenar na China. A artemisinina alterada quimicamente resultou em moléculas de baixa toxicidade, eficazes no tratamento da malária grave pelo P. falciparum resistente aos antimaláricos, inclusive na forma cerebral.
A quinina e a artemisina são moléculas derivadas de plantas, respectivamente da Chinchona spp (cujos alcalóides são a quinina, a quinolina, etc) e da Artemisia annua, inspirando a pesquisa de novos antimaláricos com base na etnofarmacologia (ciência que estuda as propriedades fármaco-químicas de produtos tradicionalmente usados pelas culturas ancestrais). A Organização Mundial de Saúde (OMS) incentiva pesquisas de novas drogas terapêuticas a partir de produtos naturais. Para isso apoia o grupo RITAM (Research Iniciative on Tradicional Antimalárial Methods) criado em 1999, na Universidade de Oxford, Inglaterra, e mantém uma Divisão de Pesquisas em Doenças Tropicais.
Outra sustância antimalárica de origem tradicional é a cloroquina, isolada a partir da quinina e posteriormente sintetizada e patenteada por americanos e alemães, além de outros importantes antimaláricos (mefloquina, amodiaquina, etc) denominados esquizonticidas sanguíneos por serem ativos contra as formas de plasmódios (parasitas causadores da malária) no sangue circulante, responsáveis pela febre e outros sintomas. Usada por décadas, a cloroquina, tem alta eficácia, baixo custo e baixa toxicidade, atuando contra todas as espécies de plasmódios, sendo ainda muito usada no tratamento da malária transmitida pelos P. vivax e pelo P. falciparum (gêneros de plasmódios) em regiões onde a resistência à droga ainda não apareceu.
A cloroquina tem sido gradualmente substituída por outros antimaláricos no tratamento da malária causada por cepas resistentes de P. falciparum. Diversas combinações são usadas (antibióticos e antimaláricos tradicionais, quinina e mefloquina, quinina e artemisinina, etc) mas, segundo a OMS, novos compostos são urgentes.
Estudiosos do Laboratório de Malária, do Centro de Pesquisas René Rachou (CPqRR), órgão da Fundação Oswaldo Cruz sediado em Belo Horizonte, usam, desde os anos 80, a abordagem etnofarmacológica na busca de novos antimaláricos. Eles adotaram esta abordagem depois de terem testado sem maiores sucessos cerca de 300 extratos brutos de plantas não selecionadas, enviadas pelos Núcleos de Pesquisa de Produtos Naturais, na malária de roedores, a maioria inativa contra parasitas da malária.
Através da abordagem etnofarmacológica, esses pesquisadores identificaram cerca de 150 espécies citadas na literatura brasileira ou por populações da Amazônia, para tratamento de febre, malária e problemas hepáticos. Foram testados, com resultados promissores, extratos brutos de mais de 50 plantas medicinais, tendo suas frações semi-purificadas e suas moléculas isoladas.
Na presente pesquisa os cientistas estudam frações e moléculas de plantas medicinais com intensa atividade antimalárica experimental em laboratório, com ênfase nas espécies Bidens pilosa (vulgo picão preto), Cecropia sp (vulga embaúba), Alomyia (vulga mata-pasto) e outras. São realizados testes in vivo (isto é, com cobaias) contra o P. berghei e in vitro (isto é, laboratoriais) em cultivos do parasita humano, o P. falciparum, visando realizar em larga escala estudos com extratos e moléculas modificadas (do lapachol, da artemisinina, de lignanas, de flavonóides), em colaboração com químicos e fitoquímicos.
O projeto também permite o treinamento de pessoal em diversos níveis, de iniciação científica até o doutorado, nas várias áreas de estudo (biologia, fitologia, fitoquímica, parasitologia, química etc.).
Os compostos mais ativos e de baixa toxicidade deverão levar a substâncias destinadas a testes pré-clinicos como novos antimaláricos. Drogas tradicionalmente usadas como profiláticas (isto é, preventivas da malária), serão testadas em relação à sua atividade esquizonticida tecidual. Isso quer dizer que será testada a eficiência destas drogas contra as formas hepáticas (isto é do fígado) do parasita, que após serem inoculadas pelos mosquitos no hospedeiro vertebrado, como esporozoitas (forma infectante do parasita), passam a multiplicar-se por esquizogonia. Para esses teste o grupo tem usado mosquitos Aedes fluviatilis alimentados em aves (galinhas) infectadas com P. gallinaceum (agente da malária em aves mantida no laboratório) e mais recentemente em camundongos inoculados com esporozoítas obtidos de mosquitos anofelinos, numa recente colaboração com o Laboratório de Malária da Universidade Nova de Lisboa, Portugal.
Espera-se esclarecer com esse modelo se a planta “cerveja do índio” (Ampeloziziphus amazonicus, Fam. Rhamnaceae), usada como profilático no tratamento da malária por algumas populações amazônicas, de fato atua contra as formas iniciais de desenvolvimento dos esporozoítas in vivo. Em numerosos testes anteriores o grupo do Centro de Pesquisas René Rachou já demonstrou que extratos dessa planta são inativos contra as formas sanguíneas da doença, em roedores, em aves, e contra parasitas humanos in vitro.
Colaboram neste projeto os alunos bolsistas do CNPq Valter Ferreira de Andrade Neto/UFMG, Maria Gabrielle L. Rocha/PIBIC e Pedro Autran e, os pesquisadores Luzia Helena de Carvalho/CPQRR/FIOCRUZ, Maria das Graças Lins Brandão/UFMG, Carlos L. Zani/CPqRR/Fiocruz, Tânia Alves/CPqRR/Fiocruz, Marília Oliveira Fonseca Goulart/UFAL, Euzébio Santana Goulart/UFAL e Lúcia Maria Xavier Lopes/UNESP.
COMO É FEITA A PESQUISAOs cientistas realizam inicialmente suas experiências de quimioterapia antimalárica in vitro, isto é, cultivando linhagens do parasita P. falciparum mais resistentes às drogas tradicionais, e submetendo-as ao contato com a cloroquina em paralelo com os diversos compostos e moléculas novas a serem testadas. O crescimento do parasita é avaliado por microscopia ótica, anotando-se os resultados do crescimento com e sem drogas.
A etapa seguinte consiste de testes de quimioterapia antimalárica in vivo, isto é, com cobaias, camundongos infectados com P. berghei ou aves com P. gallinaceum. Para alguns compostos mais ativos espera-se poder conduzir testes também em macacos da espécie Saimiri sciureus, suscetíveis à infecção com o parasita humano P. falciparum. Tais experiências são previamente aprovadas pelo Comitê de Ética para uso de animais da FIOCRUZ.
Também estão sendo realizados novos estudos da planta cerveja-de-índio, usada como profilático contra a malária por populações ribeirinhas na Amazônia. Para isso extratos e frações da espécie A. amazonicus estão sendo testadas em aves e camundongos inoculados com esporozoítas, que são as formas infectantes presentes no inseto vetor (mosquito).
Os cientistas testam a atividade antimalárica de extratos brutos, frações semi-purificadas e moléculas obtidas por síntese enviadas por seus colaboradores, fitoquímicos e químicos de diversas da FIOCRUZ e de Universidades brasileiras (UFMG, UFAL, UNICAMP, UNESP, UFRJ, entre outras). Os extratos brutos mais promissores são das plantas Bidens pilosa (silvestre e cultivada), da espécie Alomia myriadenia e da espécie Cecropia sp por terem se mostrado muito ativos in vivo e in vitro. A tabela em anexo fornece uma listagem das plantas testadas no laboratório que mostraram maior atividade, com seus nomes populares. Atualmente os pesquisadores estudam moléculas obtidas por sínteses e/ou modificações de numerosas plantas, incluindo alcalóides, de lignanas (componentes da madeira) isoladas da planta Holostylis sp e com flavonóides de algumas leguminosas.
Serão realizadas análises das propriedades químicas da planta Bidens pilosa, pelos colaboradores fitoquímicos, bem como de sua toxicidade. Nestes testes serão contabilizadas as mortes de camundongos ou de culturas de células após administração de doses elevadas dos extratos e das moléculas produzidas durante a pesquisa, além de outras análises estatísticas.
IMPORTÂNCIA DA PESQUISAA presente pesquisa permitirá implantar uma metodologia para testar antimaláricos in vitro em larga escala, visando atender à grande demanda nacional de químicos interessados em produtos naturais. Os testes de extratos, frações ou moléculas obtidas de plantas constituem uma pesquisa multidisciplinar e multiinstitucional de grande alcance, cuja principal meta é encontrar extratos com atividade in vivo e in vitro, de modo a produzir fitoterápicos e isolar moléculas ativas para substituir a cloroquina no tratamento das formas resistentes do P. falciparum, comuns na Amazônia brasileira.
Estes estudos poderão resultar em pedidos de patentes de derivados do lapachol, das lignanas, e de flavonóides com comprovada eficácia contra a malária. Espera-se encontrar protótipos para novos antimaláricos que possam passar para a fase de testes em primatas e testes pré-clínicos em voluntários humanos no futuro. Além disso, a pesquisa tem grande importância na formação de pessoal altamente especializado. Nesse campo há uma premente necessidade de mão de obra qualificada que pode ser imediatamente aproveitada, no nível de graduação, técnico e de segundo grau, e na indústria.
A mais importante, entre as possíveis repercussões da pesquisa é a possibilidade de desenvolver novos medicamentos antimaláricos, visando substituir a cloroquina no tratamento da malária resistente.
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Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 02h07
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ARTEMISÍA E A CURA DA MALÁRIA
Pesquisadores investigam plantas tradicionais da Amazônia em busca de novos medicamentos contra a maláriaO QUE É A PESQUISAA malária humana, primeira causa de perdas econômicas no mundo, continua endêmica (endemias são doenças que existem constantemente em determinadas regiões) nos trópicos, inclusive no Brasil, onde seu controle depende do tratamento dos casos agudos e da proteção individual contra a picada dos insetos transmissores (os mosquitos anofelinos, chamados também vetores da doença). Não há vacinas disponíveis apesar de muitas estarem em fase de testes pré-clínicos e clínicos, a maioria na África.
Como parte da população dos países em desenvolvimento utiliza plantas medicinais no tratamento de malária e o desenvolvimento de novos medicamentos sintéticos demanda elevados custos, espera-se que a triagem de extratos e moléculas de plantas selecionadas constitua uma estratégia promissora e menos dispendiosa.
Estima-se em 250.000 o número de espécies vegetais usadas na medicina popular em todo o mundo. Menos de 10% delas tem sua atividade farmacológica e bioquímica estudada. Compostos ativos descobertos a partir de produtos naturais podem ser otimizados por meio da química. Foi o caso da artemisinina (ginghaosu), potente antimalárico obtido da planta Artemisia annua, de uso milenar na China. A artemisinina alterada quimicamente resultou em moléculas de baixa toxicidade, eficazes no tratamento da malária grave pelo P. falciparum resistente aos antimaláricos, inclusive na forma cerebral.
A quinina e a artemisina são moléculas derivadas de plantas, respectivamente da Chinchona spp (cujos alcalóides são a quinina, a quinolina, etc) e da Artemisia annua, inspirando a pesquisa de novos antimaláricos com base na etnofarmacologia (ciência que estuda as propriedades fármaco-químicas de produtos tradicionalmente usados pelas culturas ancestrais). A Organização Mundial de Saúde (OMS) incentiva pesquisas de novas drogas terapêuticas a partir de produtos naturais. Para isso apoia o grupo RITAM (Research Iniciative on Tradicional Antimalárial Methods) criado em 1999, na Universidade de Oxford, Inglaterra, e mantém uma Divisão de Pesquisas em Doenças Tropicais.
Outra sustância antimalárica de origem tradicional é a cloroquina, isolada a partir da quinina e posteriormente sintetizada e patenteada por americanos e alemães, além de outros importantes antimaláricos (mefloquina, amodiaquina, etc) denominados esquizonticidas sanguíneos por serem ativos contra as formas de plasmódios (parasitas causadores da malária) no sangue circulante, responsáveis pela febre e outros sintomas. Usada por décadas, a cloroquina, tem alta eficácia, baixo custo e baixa toxicidade, atuando contra todas as espécies de plasmódios, sendo ainda muito usada no tratamento da malária transmitida pelos P. vivax e pelo P. falciparum (gêneros de plasmódios) em regiões onde a resistência à droga ainda não apareceu.
A cloroquina tem sido gradualmente substituída por outros antimaláricos no tratamento da malária causada por cepas resistentes de P. falciparum. Diversas combinações são usadas (antibióticos e antimaláricos tradicionais, quinina e mefloquina, quinina e artemisinina, etc) mas, segundo a OMS, novos compostos são urgentes.
Estudiosos do Laboratório de Malária, do Centro de Pesquisas René Rachou (CPqRR), órgão da Fundação Oswaldo Cruz sediado em Belo Horizonte, usam, desde os anos 80, a abordagem etnofarmacológica na busca de novos antimaláricos. Eles adotaram esta abordagem depois de terem testado sem maiores sucessos cerca de 300 extratos brutos de plantas não selecionadas, enviadas pelos Núcleos de Pesquisa de Produtos Naturais, na malária de roedores, a maioria inativa contra parasitas da malária.
Através da abordagem etnofarmacológica, esses pesquisadores identificaram cerca de 150 espécies citadas na literatura brasileira ou por populações da Amazônia, para tratamento de febre, malária e problemas hepáticos. Foram testados, com resultados promissores, extratos brutos de mais de 50 plantas medicinais, tendo suas frações semi-purificadas e suas moléculas isoladas.
Na presente pesquisa os cientistas estudam frações e moléculas de plantas medicinais com intensa atividade antimalárica experimental em laboratório, com ênfase nas espécies Bidens pilosa (vulgo picão preto), Cecropia sp (vulga embaúba), Alomyia (vulga mata-pasto) e outras. São realizados testes in vivo (isto é, com cobaias) contra o P. berghei e in vitro (isto é, laboratoriais) em cultivos do parasita humano, o P. falciparum, visando realizar em larga escala estudos com extratos e moléculas modificadas (do lapachol, da artemisinina, de lignanas, de flavonóides), em colaboração com químicos e fitoquímicos.
O projeto também permite o treinamento de pessoal em diversos níveis, de iniciação científica até o doutorado, nas várias áreas de estudo (biologia, fitologia, fitoquímica, parasitologia, química etc.).
Os compostos mais ativos e de baixa toxicidade deverão levar a substâncias destinadas a testes pré-clinicos como novos antimaláricos. Drogas tradicionalmente usadas como profiláticas (isto é, preventivas da malária), serão testadas em relação à sua atividade esquizonticida tecidual. Isso quer dizer que será testada a eficiência destas drogas contra as formas hepáticas (isto é do fígado) do parasita, que após serem inoculadas pelos mosquitos no hospedeiro vertebrado, como esporozoitas (forma infectante do parasita), passam a multiplicar-se por esquizogonia. Para esses teste o grupo tem usado mosquitos Aedes fluviatilis alimentados em aves (galinhas) infectadas com P. gallinaceum (agente da malária em aves mantida no laboratório) e mais recentemente em camundongos inoculados com esporozoítas obtidos de mosquitos anofelinos, numa recente colaboração com o Laboratório de Malária da Universidade Nova de Lisboa, Portugal.
Espera-se esclarecer com esse modelo se a planta “cerveja do índio” (Ampeloziziphus amazonicus, Fam. Rhamnaceae), usada como profilático no tratamento da malária por algumas populações amazônicas, de fato atua contra as formas iniciais de desenvolvimento dos esporozoítas in vivo. Em numerosos testes anteriores o grupo do Centro de Pesquisas René Rachou já demonstrou que extratos dessa planta são inativos contra as formas sanguíneas da doença, em roedores, em aves, e contra parasitas humanos in vitro.
Colaboram neste projeto os alunos bolsistas do CNPq Valter Ferreira de Andrade Neto/UFMG, Maria Gabrielle L. Rocha/PIBIC e Pedro Autran e, os pesquisadores Luzia Helena de Carvalho/CPQRR/FIOCRUZ, Maria das Graças Lins Brandão/UFMG, Carlos L. Zani/CPqRR/Fiocruz, Tânia Alves/CPqRR/Fiocruz, Marília Oliveira Fonseca Goulart/UFAL, Euzébio Santana Goulart/UFAL e Lúcia Maria Xavier Lopes/UNESP.
COMO É FEITA A PESQUISAOs cientistas realizam inicialmente suas experiências de quimioterapia antimalárica in vitro, isto é, cultivando linhagens do parasita P. falciparum mais resistentes às drogas tradicionais, e submetendo-as ao contato com a cloroquina em paralelo com os diversos compostos e moléculas novas a serem testadas. O crescimento do parasita é avaliado por microscopia ótica, anotando-se os resultados do crescimento com e sem drogas.
A etapa seguinte consiste de testes de quimioterapia antimalárica in vivo, isto é, com cobaias, camundongos infectados com P. berghei ou aves com P. gallinaceum. Para alguns compostos mais ativos espera-se poder conduzir testes também em macacos da espécie Saimiri sciureus, suscetíveis à infecção com o parasita humano P. falciparum. Tais experiências são previamente aprovadas pelo Comitê de Ética para uso de animais da FIOCRUZ.
Também estão sendo realizados novos estudos da planta cerveja-de-índio, usada como profilático contra a malária por populações ribeirinhas na Amazônia. Para isso extratos e frações da espécie A. amazonicus estão sendo testadas em aves e camundongos inoculados com esporozoítas, que são as formas infectantes presentes no inseto vetor (mosquito).
Os cientistas testam a atividade antimalárica de extratos brutos, frações semi-purificadas e moléculas obtidas por síntese enviadas por seus colaboradores, fitoquímicos e químicos de diversas da FIOCRUZ e de Universidades brasileiras (UFMG, UFAL, UNICAMP, UNESP, UFRJ, entre outras). Os extratos brutos mais promissores são das plantas Bidens pilosa (silvestre e cultivada), da espécie Alomia myriadenia e da espécie Cecropia sp por terem se mostrado muito ativos in vivo e in vitro. A tabela em anexo fornece uma listagem das plantas testadas no laboratório que mostraram maior atividade, com seus nomes populares. Atualmente os pesquisadores estudam moléculas obtidas por sínteses e/ou modificações de numerosas plantas, incluindo alcalóides, de lignanas (componentes da madeira) isoladas da planta Holostylis sp e com flavonóides de algumas leguminosas.
Serão realizadas análises das propriedades químicas da planta Bidens pilosa, pelos colaboradores fitoquímicos, bem como de sua toxicidade. Nestes testes serão contabilizadas as mortes de camundongos ou de culturas de células após administração de doses elevadas dos extratos e das moléculas produzidas durante a pesquisa, além de outras análises estatísticas.
IMPORTÂNCIA DA PESQUISAA presente pesquisa permitirá implantar uma metodologia para testar antimaláricos in vitro em larga escala, visando atender à grande demanda nacional de químicos interessados em produtos naturais. Os testes de extratos, frações ou moléculas obtidas de plantas constituem uma pesquisa multidisciplinar e multiinstitucional de grande alcance, cuja principal meta é encontrar extratos com atividade in vivo e in vitro, de modo a produzir fitoterápicos e isolar moléculas ativas para substituir a cloroquina no tratamento das formas resistentes do P. falciparum, comuns na Amazônia brasileira.
Estes estudos poderão resultar em pedidos de patentes de derivados do lapachol, das lignanas, e de flavonóides com comprovada eficácia contra a malária. Espera-se encontrar protótipos para novos antimaláricos que possam passar para a fase de testes em primatas e testes pré-clínicos em voluntários humanos no futuro. Além disso, a pesquisa tem grande importância na formação de pessoal altamente especializado. Nesse campo há uma premente necessidade de mão de obra qualificada que pode ser imediatamente aproveitada, no nível de graduação, técnico e de segundo grau, e na indústria.
A mais importante, entre as possíveis repercussões da pesquisa é a possibilidade de desenvolver novos medicamentos antimaláricos, visando substituir a cloroquina no tratamento da malária resistente.
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Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 02h06
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A ULTIMA CELEBRAÇÃO DO DIA DO TERAPEUTA FOI UM SUCESSO NO PORTO DA BARRA
FOI COMEMORADO NO PORTO DA BARRA PELA ULTIMA VEZ O DIA DO TERAPEUTA SALVADOR, ASSIM COMO O DIA DO MASSAGISTA SALVADOR, PELO CLUBE LOUCOS POR MASSAGEM, NA PRAIA DO PORTO NA BARRACA DO LOIRINHO, COMO PARTE DOS ÚLTIMOS 08 ANOS SEGUIDOS, COMO OS TERAPEUTAS NÃO COSTUMAM PRESTIGIAR, FIZEMOS NA PRAIA, OS CONVIDADOS JÁ ESTAVAM LÁ, A PARTIR DO PRÓXIMO ANO A DATA DEVERA SER ADOTADA POR ALGUÉM OU SE TORNARÁ UMA DATA MORTA COMO TANTAS QUE SE CRIAM E NÃO SE FESTEJAM, COMEMOS UM ÓTIMO CHURRASCO DELICIAMOS-NOS COM UMA CERVEJA GELADISSIMA E A SATISFAÇÃO DE COMPARTILHAR UM ENCONTRO QUE É SEMPRE UMA SATISFAÇÃO. FELIZ DIA DO TERAPEUTA E QUE SEJAMOS O QUE QUISERMOS SER.
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 00h29
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MAIS UMA VEZ A CIÊNCIA SE CONTRADIZ
O COLESTEROL PASSOU DE VILÃO A UMA PRESENÇA NECESSÁRIA, COMO FICA A CIÊNCIABOMBA na Medicina - Colesterol não é problema mais!
Mais uma ¨verdade¨ difundida por interesses mercantis é questionada. O texto abaixo, supostamente de responsabilidade de um médico experiente, ataca um dogma propagado em benefício da indústria da soja. A linguagem e o estilo emprestam credibilidade ao artigo. Colesterol não é o Inimigo que você foi induzido a crer – 01/06/2011 Cirurgião Cardíaco admite enorme erro! Por Dr. Lundell Dwight, MD Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está. Admito estar errado... Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico. Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião." Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue. A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos. Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados. As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas. Apesar do fato de que 25% da população tomar caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano. |
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 01h47
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MAIS UMA VEZ A CIÊNCIA SE CONTRADIZ
Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso. A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica. Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade. Deixe-me repetir isso. A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada por anos pela medicina convencional. Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados (açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6 (vegetais como soja, milho e girassol), que são encontrados em muitos alimentos processados. Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelho e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflama tório que pode estar acontecendo em seu corpo agora. Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação. Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos foram lentamente envenenando a todos. Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer? Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho. Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada. O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 01h46
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"DEPOIMENTO SOBRE O USO DO ÓLEO DE ARTEMÍSIA"
Autor: MARIA DAS GRAÇAS DE SOUZA MARTINS
Buscar na Web "MARIA DAS GRAÇAS DE SOUZA MARTINS"
Quando: 12/09/2011
DEPOIMENTO 01 - ÓLEO DE ARTEMÍSIA
SALVADOR 12 DE SETEMBRO DE 2011
MEU NOME É MARIA DAS GRAÇAS DE SOUZA MARTINS, TENHO SESSENTA E QUATRO ANOS, SOFRIA COM BASTANTE DOR DE COLUNA, E DORES NAS PERNAS. PROCUREI PROFISSIONAIS, BUSCANDO RESOLVER OU AMENIZAR O PROBLEMA, MAS NADA ADIANTOU. CHEGUEI A FAZE USO DE MEDICAMNTOS E FISIOTERAPIA, SEM RESULTADOS.
OUVINDO O PROGRAMA DE RÁDIO NA EXCELSIOR, COM O APRESENTADOR SANTARINI, ESCUTEI A ENTREVISTA COM O PROF. FRANKLIN SOUZA, ONDE ELE FALOU SOBR O ÓLEO DE ATEMÍSIA, E DE SUAS PROPRIEDADES BENÉFICAS PARA QUEM SENTISSE DORES, ANOTEI O TELEFONE DO ESPAÇO TERAPÊUTICO QUE FICA EM FRENTE A PASSARELA DO SHOPPING BARRA EM CIMA DA PANIFICADORA PANILAC 203, NO BAIRRO CHAME-CHAME, ENTREI EM CONTATO E ADIQUIRI O ÓLEO PARA TENTAR MAIS UMA NOVA OPÇÃO, PARA RESOLVER O MEU PROBLEMA. NO PRIMEIRO DIA DE USO JÁ SENTI LOGO MELHORA, E COM O USO CONTÍNUO, AS DORES ACABARAM. FIZ A PROPAGANDA DO ÓLEO COM MEUS VIZINHOS E HOJE, VÁRIOS ESTÃO USANDO E APROVANDO OS EFEITOS BENEFICOS DO ÓLEO, INCLUSIVE, O PRODUTO JÁ FOI ATÉ TRANSPORTADO PARA ALGUNS CONHECIDOS MEUS DE OUTROS LUGARES COMO INTERIOR DA BAHIA E O ESTADO DE SÃO PAULO.
CONTATO – 71 3207-7664
Categoria: Citação
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 03h42
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LICOR DE ARTEMÍSIA A PLANTA MAIS PODEROSA DA TERRA
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ARTEMÍSIA VULGARIS A ERVA DA VIDA COM PODERES FANTÁSTICOS, EXCEPCIONAIS, MÁGICOS, DEUS EM MAIS UMA DE SUAS MULTIPLAS MANIFESTAÇÕES
OUTROS NOMES POPULARES: ABSINTO, ARTEMISIA-COMUM, ARTEMISIA-VERDADEIRA, ARTEMIJA, ARTEMIGE, ARTIMIGIO, ERVA-DE-SÃO-JOÃO, FLOR-DE-SÃO-JOÃO, SIPO-SANTO, LOSNA, LOSNA-BRAVA, ERVA DOS VERMES.
PROPRIEDADES MEDICINAIS: AMARGA, ANALGÉSICA, ANTEDIARRÉICA, ANTIEPLÉPTICA, ANTIESPAMÓDICA, ANTEINFLAMATÓRIA, ANTEMALÁRICA, ANTIMICROBIANA, ANTINEVRÁLGICA, ANTE-REUMÁTICA, ANTE-SÉPTICA, CALMANTE, CARMINATIVA, CICATRIZANTE, DEPURATIVA, DIGESTIVA, ESTIMULANTE, ESTOMÁQUICA, EUPÉPTICA, FEBRIFUGA, HEPÁTICA, INSETICIDA, REGULADORA DA MENSTRUAÇÃO, REPELENTE, TÔNICA, VERMIFUGA, AFECÇÕES BILIARES E HEPÁTICAS, AFECÇÃO GÁSTRICA, ATÓNIA, GASTRITE, AFECÇÕES UTERINAS, AMENORRÉIA, ANEMIA, ANOREXIA, ANSIEDADE, CAIMBRA, CÓLICA INTESTINAL, CÓLICAS INTESTINAIS, CÓLICA MENSTRUAL, CONSTIPAÇÃO DO VENTRE, CONTUSÕES, CONVULSÃO, CORRIMENTOS, DEBILIDADES, DIARRÉIA CRÔNICA, PROBLEMAS DIGESTIVOS, DISMENORRÉIA, ENTERITES, EPLEPSIA, ESPASMOS BRÔNQUICOS, FERIDAS, PROBLEMAS NO FIGADO, FRAQUEZA DO CORPO, DOS NERVOS E DO ESTOMAGO, FLATULÊNCIA, GASTRITE, HIDROPSIA, HIPOCLORIDIA, HISTÉRIA, ICTERICIA, INAPETÊNCIA, INTOXICAÇÕES ENDÓGENAS E EXÓGENAS, LOMBRIGAS, MALÁRIA, MUCOSIDADE, REUMATISMOS CONTAMINAÇÃO POR SALMONELA, TOSSE, TROSNSTORNO MENTRUAL, GENGIVITE, VERMINOSES. USAR SOBRE O LOCAL DO DOR 3 VEZES AO DIA ANTES DURANTE E DEPOIS DO EMPLASTRO, ASSOCIAR AO EMPLASTRO DE GENGIBRE USAR NO MAXIMO SETE DIAS DESCANSAR 3.
http://artemisiavulgariservamagica.ning.com twiter @frankloucopmas
http://fraternidadeuniaodaartemisia.blogspot.com twiter @artemisiervida
3494-3423/8101-6994/ facebook franklin.ferreiradesouza@gmail.com
Categoria: Objeto de Desejo
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 02h34
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ÓLEO DE ARTEMÍSIA A ERVA DAS DUZENTAS DORES
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Classificação: 
Valor médio: r$ 10,00 Comparar preços
ARTEMÍSIA VULGARIS A ERVA DA VIDA COM PODERES FANTÁSTICOS, EXCEPCIONAIS, MÁGICOS, DEUS EM MAIS UMA DE SUAS MULTIPLAS MANIFESTAÇÕES
OUTROS NOMES POPULARES: ABSINTO, ARTEMISIA-COMUM, ARTEMISIA-VERDADEIRA, ARTEMIJA, ARTEMIGE, ARTIMIGIO, ERVA-DE-SÃO-JOÃO, FLOR-DE-SÃO-JOÃO, SIPO-SANTO, LOSNA, LOSNA-BRAVA, ERVA DOS VERMES.
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MOXADOR ELÉTRICO USO COM ÓLEO DE ARTEMÍSIA
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Classificação: 
Valor médio: r$ 100,00 Comparar preços
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Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 02h29
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CARTILHA DA ARTEMÍSIA A ERVA DA VIDA
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Classificação: 
Valor médio: r$ 10,00 e r$ 20,00 Comparar preços
ARTEMÍSIA VULGARIS A ERVA DA VIDA COM PODERES FANTÁSTICOS, EXCEPCIONAIS, MÁGICOS, DEUS EM MAIS UMA DE SUAS MULTIPLAS MANIFESTAÇÕES
OUTROS NOMES POPULARES: ABSINTO, ARTEMISIA-COMUM, ARTEMISIA-VERDADEIRA, ARTEMIJA, ARTEMIGE, ARTIMIGIO, ERVA-DE-SÃO-JOÃO, FLOR-DE-SÃO-JOÃO, SIPO-SANTO, LOSNA, LOSNA-BRAVA, ERVA DOS VERMES.
PROPRIEDADES MEDICINAIS: AMARGA, ANALGÉSICA, ANTEDIARRÉICA, ANTIEPLÉPTICA, ANTIESPAMÓDICA, ANTEINFLAMATÓRIA, ANTEMALÁRICA, ANTIMICROBIANA, ANTINEVRÁLGICA, ANTE-REUMÁTICA, ANTE-SÉPTICA, CALMANTE, CARMINATIVA, CICATRIZANTE, DEPURATIVA, DIGESTIVA, ESTIMULANTE, ESTOMÁQUICA, EUPÉPTICA, FEBRIFUGA, HEPÁTICA, INSETICIDA, REGULADORA DA MENSTRUAÇÃO, REPELENTE, TÔNICA, VERMIFUGA, AFECÇÕES BILIARES E HEPÁTICAS, AFECÇÃO GÁSTRICA, ATÓNIA, GASTRITE, AFECÇÕES UTERINAS, AMENORRÉIA, ANEMIA, ANOREXIA, ANSIEDADE, CAIMBRA, CÓLICA INTESTINAL, CÓLICAS INTESTINAIS, CÓLICA MENSTRUAL, CONSTIPAÇÃO DO VENTRE, CONTUSÕES, CONVULSÃO, CORRIMENTOS, DEBILIDADES, DIARRÉIA CRÔNICA, PROBLEMAS DIGESTIVOS, DISMENORRÉIA, ENTERITES, EPLEPSIA, ESPASMOS BRÔNQUICOS, FERIDAS, PROBLEMAS NO FIGADO, FRAQUEZA DO CORPO, DOS NERVOS E DO ESTOMAGO, FLATULÊNCIA, GASTRITE, HIDROPSIA, HIPOCLORIDIA, HISTÉRIA, ICTERICIA, INAPETÊNCIA, INTOXICAÇÕES ENDÓGENAS E EXÓGENAS, LOMBRIGAS, MALÁRIA, MUCOSIDADE, REUMATISMOS CONTAMINAÇÃO POR SALMONELA, TOSSE, TROSNSTORNO MENTRUAL, GENGIVITE, VERMINOSES. USAR SOBRE O LOCAL DO DOR 3 VEZES AO DIA ANTES DURANTE E DEPOIS DO EMPLASTRO, ASSOCIAR AO EMPLASTRO DE GENGIBRE USAR NO MAXIMO SETE DIAS DESCANSAR 3.
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Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 02h26
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LINKS DO GRUPO TERAPÊUTICO DO PROF. DR. JOSÉ AUGUSTO MACIEL TORRES E FRANKLIN FERREIRA
LINKS DO GRUPO TERAPÊUTICO DO PROF. DR. JOSÉ AUGUSTO MACIEL TORRES E FRANKLIN FERREIRA
www.portaldasartesmarciais.com.br twitter frankloucopmas artemisiaervada
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 04h43
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RELAÇÃO DOS VIDEOS DISPONIVEIS NA VIDEOTECA DO CLUBE LOUCOS POR MASSAGEM
http://franklinferreira.nafoto.net
Data: 31/12/2011 - Hora: 12:00
Local: salvador
RELAÇÃO DE VIDEOS DISPONIVEIS NA VIDEOTECA DO CLUBE LOUCOS POR MASSAGEM
01- MERIDIANO PULMÃO
02- MERIDIANO INTESTINO GROSSO
03- MERIDIANO ESTÔMAGO
04- MERIDIANO BAÇO-PÂNCREAS
05- MERIDANO CORAÇÃO
06- MERIDIANO INTESTINO DELGADO
07- MERIDIANO BEXIGA
08- MERIDIANO RINS
09- MERIDIANO CIRCULAÇÃO-SEXO
10- TRIPLO-AQUECEDOR
11- VESICULA-BILIAR
12- FIGADO
13- VASO DA CONCEPÇÃO
14- VASO DO GOVERNADOR
15- CINCO ELEMENTOS 01
16- CINCO ELEMENTOS 02
17- CINCO ELEMENTOS 03
18- CINCO ELEMENTOS 04
19- ZANG FU
20- YIN YANG
21- INTEROGATORIO
22- LASER ACUPUNTURA
23- SÍNDROME
24- PULSOLOGIA 01
25- PULSOLOGIA 02
26- ELETRODIAGNÓSTICO
27- ETIOPATOGENIA
28- CRANIOPUNTURA 01
29- ELETROACUPUNTURA
30- LASER ACUPUNTURA 02
31- DISCUSÃO DE CASOS
32- MANIPULAÇÃO DE AGULHAS 01
33- MANIPULAÇÃO DE AGULHAS 02
34- SUBSTANCIAS FUNDAMENTAIS
35- INSPEÇÃO E LINGUA
36- 08 CRITERIOS
37- ACUPUNTURA CONSTITUCIONAL RIODORACU 01
38- ACUPUNTURA CONSTITUCIONAL 02
39- ACUPUNTURA AVANÇADA
40- ACUPUNTURA AVANÇADA
41- MERIDIANOS E DOENÇAS
42- QUIROPUNTURA
43- TESTES NEUROMUSCULARES 1
44- TESTES NEUROMUSCULARES 2
45- SINDROME
46- PULSOLOGIA 1
47- PULSOLOGIA 2
48- ELETRODIAGNOSTICO
49- ETIOPATOGENIA
50- ELETRODIAGNÓSTICO
51- DISCUSÃO DE CASOS
52- INSPEÇÃO DE LINGUA
53- IRIDOLOGIA
54- MASSAGEM EXPRESSA (QUICK
55- REFLEXOLOGIA PODAL
56- MASSAGEM TUINAH NA CHINA
57- MASSAGEM TUINAH POR MARIA MERCATI
58- MASSAGEM SENSUAL
59- MASSAGEM TÂNTRICA
60- MASSAGEM TÂNTRICA GENITAL
61- MASSAGEM TAILANDEZA
62- SHIATSU 01
63- SHIATSU 02
64- TOALHAS QUENTES COM TUINAH
65- MASSAGEM TUINAH POR FRANKLIN
66- QUIROPRAXIA CERVICAL
67- QUIROPRAXIA TORACICA
68- QUIROPRAXIA DORSAL
69- MOXABUSTÃO
70- VENTOSAS
71- CONES CHINESES
72- BIOENERGETICA 01 E 02
73- ATLAS DO CORPO HUMANO
74- TAI CHI
75- IOGA
76- IOGA 2
77- AURICULOTERAPIA
78- MASSAGEM SACRO CRANIAL
79- MASSAGEM AYRVEDICA
80- LIPOMASSAGEM GLUTEO E SEIOS
81- BAMBUTERAPIA
82- ESTETICA FACIAL 01 IDENTIFICAÇÃO DE PELES
83- ESTETICA FACIAL 02 PELE ÓLEOSA LIMPEZA PROFUNDA
84- ESTETICA FACIAL 03
85- ESTETICA FACIAL 04 MÃOS E COSTAS
86- ESTETICA FACIAL 05 COM ACIDOS
87- MASSAGEM LIPOLITICA
88- DRENAGEM PRÉ
89- DRENAGEM PÓS
90- ESTÉTICA FACIAL E LIPEZA DE PELE
91- MASSAGEM SACRO CRANIAL E PEDRAS QUENTES
92- GINASTICA LABORAL
93- VERDADES SOBRE A COCA COLA
94- FILME SOBRE ESPIRAL DA VIDA “ QUANTO VALE É POR QUILO”
95- BAMBUTERAPIA
96- FISICA QUÂNTICA “ QUEM SOMOS NÓS” 01
97- FISICA QUÂNTICA 2 “QUEM SOMOS NÓS 2 A EVOLUÇÃO”
98- POMPOAR A ARTE DE AMAR
99- 06 VIDEOS DE MASSAGEM ERÓTICA
100- ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS E A CRIAÇÃO DO UNIVERSO
101- AUTO-HEMOTERAPIA E O PODER DO CLORETO DE MAGNÉSIO
Categoria: Evento
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 00h24
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RELAÇÃO DOS VIDEOS DISPONIVEIS NA VIDEOTECA DO CLUBE LOUCOS POR MASSAGEM
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Data: 31/12/2011 - Hora: 12:00
Local: salvador
RELAÇÃO DE VIDEOS DISPONIVEIS NA VIDEOTECA DO CLUBE LOUCOS POR MASSAGEM
01- MERIDIANO PULMÃO
02- MERIDIANO INTESTINO GROSSO
03- MERIDIANO ESTÔMAGO
04- MERIDIANO BAÇO-PÂNCREAS
05- MERIDANO CORAÇÃO
06- MERIDIANO INTESTINO DELGADO
07- MERIDIANO BEXIGA
08- MERIDIANO RINS
09- MERIDIANO CIRCULAÇÃO-SEXO
10- TRIPLO-AQUECEDOR
11- VESICULA-BILIAR
12- FIGADO
13- VASO DA CONCEPÇÃO
14- VASO DO GOVERNADOR
15- CINCO ELEMENTOS 01
16- CINCO ELEMENTOS 02
17- CINCO ELEMENTOS 03
18- CINCO ELEMENTOS 04
19- ZANG FU
20- YIN YANG
21- INTEROGATORIO
22- LASER ACUPUNTURA
23- SÍNDROME
24- PULSOLOGIA 01
25- PULSOLOGIA 02
26- ELETRODIAGNÓSTICO
27- ETIOPATOGENIA
28- CRANIOPUNTURA 01
29- ELETROACUPUNTURA
30- LASER ACUPUNTURA 02
31- DISCUSÃO DE CASOS
32- MANIPULAÇÃO DE AGULHAS 01
33- MANIPULAÇÃO DE AGULHAS 02
34- SUBSTANCIAS FUNDAMENTAIS
35- INSPEÇÃO E LINGUA
36- 08 CRITERIOS
37- ACUPUNTURA CONSTITUCIONAL RIODORACU 01
38- ACUPUNTURA CONSTITUCIONAL 02
39- ACUPUNTURA AVANÇADA
40- ACUPUNTURA AVANÇADA
41- MERIDIANOS E DOENÇAS
42- QUIROPUNTURA
43- TESTES NEUROMUSCULARES 1
44- TESTES NEUROMUSCULARES 2
45- SINDROME
46- PULSOLOGIA 1
47- PULSOLOGIA 2
48- ELETRODIAGNOSTICO
49- ETIOPATOGENIA
50- ELETRODIAGNÓSTICO
51- DISCUSÃO DE CASOS
52- INSPEÇÃO DE LINGUA
53- IRIDOLOGIA
54- MASSAGEM EXPRESSA (QUICK
55- REFLEXOLOGIA PODAL
56- MASSAGEM TUINAH NA CHINA
57- MASSAGEM TUINAH POR MARIA MERCATI
58- MASSAGEM SENSUAL
59- MASSAGEM TÂNTRICA
60- MASSAGEM TÂNTRICA GENITAL
61- MASSAGEM TAILANDEZA
62- SHIATSU 01
63- SHIATSU 02
64- TOALHAS QUENTES COM TUINAH
65- MASSAGEM TUINAH POR FRANKLIN
66- QUIROPRAXIA CERVICAL
67- QUIROPRAXIA TORACICA
68- QUIROPRAXIA DORSAL
69- MOXABUSTÃO
70- VENTOSAS
71- CONES CHINESES
72- BIOENERGETICA 01 E 02
73- ATLAS DO CORPO HUMANO
74- TAI CHI
75- IOGA
76- IOGA 2
77- AURICULOTERAPIA
78- MASSAGEM SACRO CRANIAL
79- MASSAGEM AYRVEDICA
80- LIPOMASSAGEM GLUTEO E SEIOS
81- BAMBUTERAPIA
82- ESTETICA FACIAL 01 IDENTIFICAÇÃO DE PELES
83- ESTETICA FACIAL 02 PELE ÓLEOSA LIMPEZA PROFUNDA
84- ESTETICA FACIAL 03
85- ESTETICA FACIAL 04 MÃOS E COSTAS
86- ESTETICA FACIAL 05 COM ACIDOS
87- MASSAGEM LIPOLITICA
88- DRENAGEM PRÉ
89- DRENAGEM PÓS
90- ESTÉTICA FACIAL E LIPEZA DE PELE
91- MASSAGEM SACRO CRANIAL E PEDRAS QUENTES
92- GINASTICA LABORAL
93- VERDADES SOBRE A COCA COLA
94- FILME SOBRE ESPIRAL DA VIDA “ QUANTO VALE É POR QUILO”
95- BAMBUTERAPIA
96- FISICA QUÂNTICA “ QUEM SOMOS NÓS” 01
97- FISICA QUÂNTICA 2 “QUEM SOMOS NÓS 2 A EVOLUÇÃO”
98- POMPOAR A ARTE DE AMAR
99- 06 VIDEOS DE MASSAGEM ERÓTICA
100- ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS E A CRIAÇÃO DO UNIVERSO
101- AUTO-HEMOTERAPIA E O PODER DO CLORETO DE MAGNÉSIO
Categoria: Evento
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 00h11
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MAIS UMA VEZ A MEDICINA CHINESA SE DESTACA ATRAVES DA ARTEMISIA ANNUA CONTRA A DEVASTAÇÃO DA MALARIA
http://trogallhosouza@bol.com.br
Data: 28/02/2011 - Hora: 12:00
Local: CLUBELOUCOSPORMASSAGEM
A USP ATRAVÉS DE PESQUISAS DESENVOLVE A VACINA ATRAVÉS DA ARTEMÍSIA ANNUA SUBSTITUINDO A QUINA QUE COM O QUININO FOI DURANTE MUITOS ANOS A UNICA ARMA CONTRA A MALÁRIA, ATRAVÉS DA ARTEMISININA A SUBSTÂNCIA ENCONTRADA DA ERVA CHINESA A LUTA AGORA GANHA REFORÇO. ESTARÁ A DISPOSIÇÃO APÓS AS FASES DE TESTES EM 3 ANOS.
Categoria: Evento
Escrito por FRANKLOUCOPORMASSAGEM às 08h18
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